O primeiro acidente de carro a gente nunca esquece…

Vamos começar do início.
O dia era corrido. Ia buscar duas meninas no aeroporto Santos Dummont, no Rio. Antes disso, fui em São Gonçalo buscar Izabella e fomos em Laranjeiras, no Rio, para a produtora onde eventualmente presto serviços. Aí sim, nos encaminhamos ao aeroporto.

As meninas, duas equipistas do estado de São Paulo já haviam chegado (o vôo adiantou quase 20 minutos). Viemos para Niterói passando por alguns pontos turísticos, tudo sem trânsito ruim. Fomos até a casa onde elas ficarão hospedadas e depois nos dirigimos até a pizzaria em São Francisco. Até aí tudo normal…

Eu e Izabella tivemos que sair um pouco mais cedo da pizzaria, por volta das 23:20. Fui leva-la em casa. Na av. Roberto Silveira, já quase no final, eu pela pista da direita vejo bem a frente, na pista do meio, um taxi do Rio andando devagar. Continuei com a velocidade que estava, por volta de 50km/h e ultrapassei o taxi. Bom, quase.
Assim que a minha porta passou pelo bico do carro do taxista (um Siena), ele sem mais nem menos, joga o carro pra cima do meu (que na verdade não é meu). Fez um barulho estrondoso dentro e nos assustamos bastante. Parei alguns metros a frente e o motorista parou logo atrás.
Saí do carro super tenso achando que tinha voado pedaço pra todos os lados… que nada. Tinha um arranhão bem feio na porta de trás, do lado esquerdo, e um amassado. No Siena foi apenas um arranhão do lado direito bem próximo ao farol. O taxista já saiu do carro pedindo desculpas e assumindo a culpa, dizendo que tinha seguro e que ele bancaria as despesas.

Então, ligou primeiro pra polícia e depois pro seguro. Ele telefonou para a PM às 23:35. A viatura só apareceu no local do acidente à 1:30 da manhã. Esperamos duas horas. Liguei outras duas vezes pro 190. Quando os policiais chegaram, pediram desculpas pela demora e explicaram… o bicho tava pegando numa favela, e o tiroteio tava comendo solto. A ponto de encaminharem TODAS as viaturas para o local. Passaram algumas por nós, inclusive, em diração a tal favela.

Graças a Deus ninguém se machucou, nem de leve. E que bom que só estávamos os dois no carro. Foi só o susto mesmo. E a sensação de frustração. Muita frustração…

Agora é esperar pra ver quanto tempo demora pra consertar o carro. Dor de cabeça… =/

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~ por Marcelo Rezende em 12/01/2010.

Uma resposta to “O primeiro acidente de carro a gente nunca esquece…”

  1. situação chata. Ficamos bem nervosos.

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